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	<title>Blog da Epoch Multimédia &#187; Artigo</title>
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	<description>Sobre Tecnologia e Design</description>
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		<title>Não devia gostar desta imagem&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 13:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[Apercebi-me que o tempo que dedico para visualizar uma imagem, varia grandemente. É verdade que existem razões para que tal aconteça como a complexidade gráfica da imagem, efeitos ópticos, o gosto por determinados estilos, a temática... Mas nenhumas destas justificava o facto de ter guardado esta imagem...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, incluí <a href="http://ffffound.com">FFFFOUND</a> no meu <a href="http://www.google.com/reader">google reader</a> como fonte de inspiração diária.  Por regra geral, costumo inscrever-me em feeds de blogs que ainda não tenho a certeza se gosto ou não. A decisão de os manter passa pela atenção dada naturalmente. Se marcar &#8211; repetidamente - um blog como lido sem passar os olhos pelo conteúdo, a conclusão lógica é: não interessa.  Este processo não é propriamente preto no branco. No meio de tanta informação é natural que a atenção seja selectiva e só alguns artigos sejam lidos. Isso não implica que não esteja interessado noutros sites menos lidos.</p>
<p>Com o <a href="http://ffffound.com">FFFFOUND</a> apercebi-me que o mesmo acontece com as imagens. O tempo que dedico a uma imagem, varia grandemente. É verdade que existem razões lógicas para que tal aconteça como a complexidade gráfica (desenhos pormenorizados ou com muitos objectos), efeitos ópticos, o gosto por determinados estilos, a temática&#8230; Mas nenhumas destas justificava o facto de ter guardado esta imagem:<span id="more-337"></span></p>
<p><a href="http://www.epochmultimedia.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/TROJAN.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-340" title="TROJAN" src="http://www.epochmultimedia.com/blog/wp-content/uploads/2010/04/TROJAN.jpg" alt="" width="313" height="500" /><br />
</a>(<a href="http://ffffound.com/image/edad948b504c2cf4af0a7b9c4b858325fc16cc46">http://ffffound.com/image/edad948b504c2cf4af0a7b9c4b858325fc16cc46</a>)</p>
<p>Eis uma imagem, que não é complexa, que não apresenta qualquer tipo de efeito óptico, cujo estilo e temática não aprecio e, no entanto, gosto pelo simples facto de me ter ensinado mais qualquer coisa.</p>
<p>E o que é que me ensinou? Que existem várias formas de comunicar uma intenção:</p>
<ul>
<li>Que, neste caso, o desenho recorre à escala homem/cavalo/castelo para transmitir de forma lógica e racional o conceito de dimensão&#8230;</li>
<li>&#8230;e recorre à luz para comunicar o mesmo, de forma emocional &#8211; o sol baixo da manhã ilumina apenas os pontos mais altos do castelo/cavalo, remetendo o homem para a escuridão do &#8220;ainda noite&#8221;.</li>
<li>Pelo homem transportar uma tocha, orientando o nosso olhar para a base da ilustração, reforçando a percepção de dimensão.</li>
</ul>
<p>As regras da forma, arranjo e luz (ou cor) de uma maneira ou outra são encontradas na maioria das artes gráfica (desde o cartoon à pintura). O que me levou a gostar desta ilustração foi a ausência de estilo, dando relevância às relações dos objectos e da luz. E como essas relações podem comunicar a um nível emocional sem recorrer a &#8220;artifícios&#8221; como a imitação minuciosa da realidade, a replicação da emoção humana (sorriso, choro, etc), a utilização de temas pesados (guerras actuais, fome, catástrofes&#8230;), etc.</p>
<p>Gosto desta imagem porque, pela sua simplicidade, comunica a um nível emocional que muitas imagens mais gráficas não atingem.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Emails não são sites&#8230;</title>
		<link>http://www.epochmultimedia.com/blog/artigo/emails-nao-sao-sites/</link>
		<comments>http://www.epochmultimedia.com/blog/artigo/emails-nao-sao-sites/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 12:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Email]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos 3 anos, com o desenvolvimento de gestores e a codificação de newsletters, temos recebido as mais diversas solicitações - "podemos pôr música no email?" - dando a entender que este é um tema cuja informação não está suficientemente difundida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poderá parecer um testemunho óbvio, mas existem áreas cinzentas que geram confusão no utilizador comum.</p>
<p>Nos últimos 3 anos, com o desenvolvimento de gestores e a codificação de newsletters, temos recebido as mais diversas solicitações &#8211; &#8220;<em>podemos pôr música no email?</em>&#8221; &#8211; dando a entender que este é um tema cuja informação não está suficientemente difundida.</p>
<p>O <a href="http://www.mailchimp.com/">MailChimp</a> &#8211; gestor que utilizamos para alguns dos nossos clientes &#8211; disponibiliza um <a href="http://www.mailchimp.com/guides/free_guide.pdf">guia sobre a &#8220;arte do email&#8221;</a> (pdf | inglês), documento de leitura fácil, que aborda desde temas puramente técnicos até às boas práticas na gestão das lista de contactos.</p>
<p>Deixo uma listagem de  alguns dos erros mais comuns na criação de emails:</p>
<blockquote><p>&#8220;&#8230;</p>
<p>2. Using JavaScript, or ActiveX, or embedding movies. That stuff just doesn’t work in HTML email.</p>
<p>3. Getting over ambitious with designs. Designing HTML email isn’t the same as designing web pages. You can’t have all the CSS-positioning, DIVs, DHTML, and complex, embedded tables like you can in web pages.</p>
<p>4. Forgetting&#8212;or refusing&#8212;to include an opt-out link. It’s stupid and unprofessional not to allow recipients to unsubscribe from your list. Oh yeah, it’s illegal, too. Be sure to read and understand The CAN-SPAM Act of 2003.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>7. Sending to a list without permission. This is the worst offense. Lots of  “innocent” marketers, who “mean well” commit this heinous crime. Here are some common ways legitimate marketers can inadvertently become known as “evil spammers:”</p>
<p>• Getting an email list from a tradeshow. “But I’m exhibiting there, and the tradeshow host said it would be okay, and when people purchased tickets, the fine print said that we could email them, and&#8230;” Nope. You’re spamming. Don’t do it. If they didn’t give you permission to email them, they didn’t opt-in to your list. If they didn’t opt-in, you’re spamming. Even if you can legally send them email marketing, those recipients are more likely to report you for spamming them. Then, you’ll get blacklisted. Plus, your company will look really slimy. Don’t do it. If a tradeshow host is collecting email addresses, then they should be doing the emailing. It’s all about permission, and setting expectations.• Getting a list of “fellow members” from some trade organization. Just because they joined a club, and the club posted contact information so everyone could keep in touch with each other, it doesn’t mean each member gives you permission to send them newsletters and offers. If you sent them a personal greeting from your own email account, they probably wouldn’t mind. That’s what the organization’s “members list” is for. But add them to a list and send them a huge email newsletter, and you’ll be reported for spamming. Don’t do it.</p>
<p>• They go to events, and swap business cards. The business cards just get thrown into a “prospects” pile. Years later, they get an intern to finally type all the contact info from those cards into a database. Then, one day out of the blue, they send a big, fat email newsletter to everyone. As if they actually want to hear from you! Trust us, they don’t.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>8. Using a WYSIWYG to “code” your HTML. WYSIWYGs are notorious for generating absolutely horrible HTML. They insert so much junk code, it’s unbelievable. Even the ones that generate “clean” code don’t know how to “rig” things to work in email applications (like sticking your embedded CSS below the &lt;BODY&gt; tag). To code HTML email properly, you need to learn a little HTML. It’s really not that hard. Plus, you can download free HTML email templates at our website: http://www.mailchimp.com/resources/templates/<br />
Visit http://www.MailChimp.com 25</p>
<p>9. Forgetting to test. Thoroughly. When you send HTML email, you’ve really got to test it in as many email applications you can. Then you have to test on different operating systems. Then different ISPs (we’ll explain shortly). If you keep things simple, and build a rock solid, thoroughly tested template for each newsletter, you won’t have to test so much. But you should always send at least a few campaigns to yourself before sending it out to your entire list.</p>
<p>10. Sending nothing but a big, gigantic graphic as their HTML email. Sigh, that’s what spammers do. And since most email programs block images by default, what do you think your recipients see when (if) they open your email? Many spam filters will block your email if you don’t have a healthy balance of images and text.</p>
<p>&#8230;&#8221;<em><br />
</em></p></blockquote>
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		<title>A Teoria das Janelas Partidas e a Web</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 00:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[A  Teoria das Janela Partidas questiona até que ponto o espaço que nos rodeia, afecta o nosso comportamento. &#8220;Considere-se um edifício com algumas janelas quebradas. Se as janelas não são reparadas, a tendência é para que vândalos partam mais janelas.&#8220; O artigo de Jason Kottke, Does the broken windows theory hold online?, questiona se o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_das_janelas_partidas">Teoria das Janela Partidas</a> questiona até que ponto o espaço que nos rodeia, afecta o nosso comportamento.</p>
<blockquote><p>&#8220;<em>Considere-se um edifício com algumas janelas quebradas. Se as janelas não são reparadas, a tendência é para que vândalos partam mais janelas.</em>&#8220;</p></blockquote>
<p>O artigo de Jason Kottke, <a href="http://kottke.org/08/12/does-the-broken-windows-theory-hold-online">Does the broken windows theory hold online?</a>, questiona se o mesmo se pode aplicar à web, nomeadamente, às comunidades online, foruns e blogs.<span id="more-117"></span></p>
<p>Sem dúvida que o comportamento dos utilizadores é influênciado pelos mecanismos de moderação e pela forma como são geridos estes espaços. A possibilidade de comentar anonimamente, a não supervisão dos comentários, a inexistência de botões de pânico que permitam alertar contribuições impróprias, a permissividade de quem administra os espaços, são factores que podem contribuir para uma perda de controlo sobre os referidos canais de comunicação.</p>
<blockquote><p>&#8220;<em>But what about a site&#8217;s physical appearance? Does the aesthetic appearance of a blog affect what&#8217;s written by the site&#8217;s commenters?</em>&#8220;</p></blockquote>
<p>Não deixo de concordar com a leitura de Kottke. Efectivamente, a estética &#8211; ou falta dela &#8211; não define o comportamento social online de forma directa.</p>
<p>No entanto, um site cujo o ambiente gráfico seja descuidado pode pôr em causa a seriedade do projecto, correndo sérios riscos de perder o respeito dos utilizadores que poderão pôr a teste a aparente permissividade.</p>
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